EM CAPTACAO

Centro de Economias Humanizadoras e Regenerativas

O projeto propõe a criação de um Centro de Economias Regenerativas e Humanizadoras, destinado a recuperar áreas degradadas, estruturar empreendimentos sustentáveis e fortalecer cadeias produtivas circulares.

Sobre o projeto

O projeto propõe a criação de um Centro de Economias Regenerativas e Humanizadoras, destinado a recuperar áreas degradadas, estruturar empreendimentos sustentáveis e fortalecer cadeias produtivas circulares.
A iniciativa combina regeneração ambiental, incubação de negócios, educação comunitária e inovação social, formando um modelo replicável que alia cuidado ecológico, inclusão social e desenvolvimento econômico. Além de restaurar ecossistemas, busca-se promover segurança alimentar, geração de renda, capacitação técnica e transformação cultural em comunidades vulneráveis.
O projeto se destaca por integrar ações territoriais de regeneração ecológica, hortas agroflorestais, viveiros agroecológicos, gestão de resíduos e redes de comercialização, articulando práticas Lixo Zero com a criação de oportunidades de trabalho e renda.

Objetivos

  • Recuperar áreas degradadas e reduzir passivos ambientais, por meio de mutirões de limpeza, triagem de resíduos e implantação de práticas regenerativas.
  • Implantar viveiros, hortas comunitárias e sistemas agroflorestais, ampliando a produção sustentável e promovendo segurança alimentar.
  • Capacitar lideranças, catadores, agricultores e jovens, fortalecendo competências em reciclagem, agroecologia e empreendedorismo socioambiental.
  • Incubar empreendimentos sustentáveis, apoiando juridicamente, financeiramente e tecnicamente cooperativas e negócios sociais.
  • Estruturar redes de comercialização e logística, com rotas, pontos de triagem e escoamento de produtos reciclados e agroecológicos.
  • Produzir conhecimento técnico e científico, sistematizando metodologias replicáveis e difundindo resultados em artigos, vídeos e seminários.
  • Gerar impactos sociais, ambientais e econômicos, como: redução de resíduos em aterros e recomposição ecológica; inclusão e valorização dos catadores e trabalhadores locais; criação de postos de trabalho e renda; ampliação da economia circular e solidária; formação de cidadãos conscientes e comunidades resilientes.

Como sera feito

  • Etapa 1 (meses 1-2): Planejamento inicial, contratação da equipe, diagnóstico participativo das áreas degradadas, mobilização comunitária e início das campanhas educativas.
  • Etapa 2 (meses 3-5): Conclusão dos diagnósticos, mutirões de limpeza, triagem de resíduos e definição de áreas para viveiros e hortas.
  • Etapa 3 (meses 6-9): Implantação de viveiros agroecológicos, hortas comunitárias e sistemas agroflorestais, capacitação em manejo agroecológico.
  • Etapa 4 (meses 10-13): Capacitação técnica, oficinas e seminários; incubação de empreendimentos locais com apoio jurídico, contábil e de gestão.
  • Etapa 5 (meses 14-16): Estruturação de rede logística e comercialização, rotas de transporte, parcerias comerciais e lançamento de marca e catálogo.
  • Etapa 6 (meses 17-18): Monitoramento e avaliação de resultados, relatórios técnicos, publicações científicas, produção de vídeos e seminário de encerramento.